Quadrilha que aterrorizava sítios no Sul de Minas é condenada a até 18 anos de prisão
Seis integrantes de organização criminosa de Carmo do Rio Claro roubavam propriedades rurais com armas de fogo e violência contra as vítimas, informa o Ministério Público.
A Justiça condenou seis integrantes de uma organização criminosa que agia em Carmo do Rio Claro, no Sul de Minas. O grupo roubava propriedades rurais usando armas de fogo e violência física e psicológica contra as vítimas. As penas vão de 3 a 18 anos de prisão, segundo o Ministério Público.
A história começou em janeiro de 2024. Nesse mês, a Promotoria de Justiça de Carmo do Rio Claro, com apoio do Gaeco (Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado) regional de Passos e da Polícia Militar, deflagrou a Operação Ponte Torta.
Mandados em três cidades
A ação cumpriu sete mandados de prisão e seis de busca e apreensão. As ordens foram executadas em Carmo do Rio Claro, Alterosa e Piumhi.
De acordo com as investigações, os envolvidos atuavam na região pelo menos desde 2023.
Os dois roubos investigados
Na terceira fase da apuração, a investigação tratou de dois roubos. O primeiro foi em 18 de janeiro de 2024, dentro de uma residência. Os criminosos levaram dinheiro da vítima, obtido em negociações agropecuárias.
O segundo foi em 26 de janeiro de 2024, em um sítio às margens da BR-265. Foram levados uma Fiat Toro, uma bomba de pulverização, uma carteira com dinheiro, cartões e folhas de cheque, além de uma bolsa e um celular.
Além dos roubos, os seis também foram condenados por organização criminosa.
Com informações de g1 Sul de Minas.


