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Alerta INMET Chuvas Intensas · Perigo Potencial em Poços de Caldas, até hoje às 23h59 Ver detalhes

Riscos: Chuva entre 20 e 30 mm/h ou até 50 mm/dia, ventos intensos (40-60 km/h). Baixo risco de corte de energia elétrica, queda de galhos de árvores, alagamentos e de descargas elétricas.

O que fazer: Em caso de rajadas de vento: (não se abrigue debaixo de árvores, pois há leve risco de queda e descargas elétricas e não estacione veículos próximos a torres de transmissão e placas de propaganda). Evite usar aparelhos eletrônicos ligados à tomada. Obtenha mais informações junto à Defesa Civil (telefone 199) e ao Corpo de Bombeiros (telefone 193).

Todos os alertas para Poços:

  • Chuvas Intensas · Perigo Potencial — até hoje às 23h59
  • Tempestade · Perigo Potencial — de amanhã às 00h00 até amanhã às 23h59
  • Tempestade · Perigo Potencial — de 02/11 às 00h00 até 02/11 às 23h59
  • Tempestade · Perigo Potencial — de 03/11 às 00h00 até 03/11 às 23h59

Fonte: Instituto Nacional de Meteorologia (INMET). Em emergência, ligue 199 (Defesa Civil) ou 193 (Bombeiros).

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Região

Cachaça mineira cresce lá fora, mas produtor de alambique ainda esbarra em barreiras

Exportações brasileiras subiram 19,4% em volume em 2025, mas falta escala, padronização e acesso a mercado para o produtor artesanal de Minas.

Da Redação
Poços de Caldas · 30.out.2026 às 08h42
Cachaça mineira cresce lá fora, mas produtor de alambique ainda esbarra em barreiras
Imagem ilustrativa · Foto: Imaflora / CC BY-SA 4.0 (Wikimedia Commons)

A cachaça brasileira está ganhando espaço no exterior, mas o produtor de alambique de Minas Gerais ainda precisa vencer muitos obstáculos para pegar carona nesse crescimento. O alerta aparece em levantamento divulgado nesta sexta-feira (30) sobre o setor.

Segundo o Anuário da Cachaça, as exportações do país cresceram 19,4% em volume e 17,4% em valor em 2025, na comparação com 2024. O número é bom, mas não resolve o problema de quem produz em pequena escala.

Qualidade não basta

A tradição e a identidade da cachaça de alambique podem ser um trunfo lá fora. Só que, para virar venda, o produtor precisa de estrutura para atender o comprador estrangeiro.

A analista de agronegócio Nathália Rabelo aponta que o desafio passa por organizar a produção. Entre os pontos citados estão a regularização, a padronização, o controle de qualidade, a escala e o acesso a canais de comercialização e promoção internacional.

Premiada, mas com dificuldade para exportar

O exemplo vem de Córrego Fundo, em Minas. A Cachaça Padre Doutor, produzida pela família de Mírian Carolina Silva, ficou entre as cinco melhores do Prêmio CNA Brasil Artesanal. Mesmo assim, chegar ao consumidor de fora é difícil.

Mírian resume o problema: “Romper várias barreiras de volume, custo e colocar o produto no mercado exterior. Precisamos de uma melhor estratégia comercial e de união setorial para viabilizar a exportação”.

Programas tentam abrir caminho

A cachaça é uma das cadeias prioritárias do agroBR, programa que prepara empreendimentos e os aproxima de oportunidades de negócio no exterior. Já a Assistência Técnica e Gerencial (ATeG) trabalha a organização e a gestão dos produtores.

Para a consultora Tatiana Barros, o grande desafio é encontrar o consumidor que reconheça o que torna a cachaça mineira diferente. O objetivo dos programas é que a qualidade já reconhecida venha acompanhada de condições comerciais para ampliar a fatia do produto no mercado internacional.

Com informações de Poços Já.

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