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Alerta INMET Chuvas Intensas · Perigo Potencial em Poços de Caldas, até hoje às 23h59 Ver detalhes

Riscos: Chuva entre 20 e 30 mm/h ou até 50 mm/dia, ventos intensos (40-60 km/h). Baixo risco de corte de energia elétrica, queda de galhos de árvores, alagamentos e de descargas elétricas.

O que fazer: Em caso de rajadas de vento: (não se abrigue debaixo de árvores, pois há leve risco de queda e descargas elétricas e não estacione veículos próximos a torres de transmissão e placas de propaganda). Evite usar aparelhos eletrônicos ligados à tomada. Obtenha mais informações junto à Defesa Civil (telefone 199) e ao Corpo de Bombeiros (telefone 193).

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  • Chuvas Intensas · Perigo Potencial — até hoje às 23h59
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Fonte: Instituto Nacional de Meteorologia (INMET). Em emergência, ligue 199 (Defesa Civil) ou 193 (Bombeiros).

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Região

Justiça de MG mantém condenação de ex-vereadores de Baependi por ‘rachadinha’ com assessores

TJMG confirmou a sentença contra Júlio César Junqueira dos Santos e Jefferson Nascimento. As penas chegam a 9 anos e 6 meses de prisão.

Da Redação
Poços de Caldas · 30.out.2026 às 10h23
Justiça de MG mantém condenação de ex-vereadores de Baependi por ‘rachadinha’ com assessores
Imagem ilustrativa · Foto: Blogtrepreneur / CC BY 2.0 (Wikimedia Commons)

O Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG) manteve a condenação de dois ex-vereadores de Baependi, no Sul de Minas, por um esquema de “rachadinha” com assessores. Segundo as investigações, o esquema aconteceu entre 2021 e 2023.

Os condenados são Júlio César Junqueira dos Santos e Jefferson Nascimento. Segundo a apuração, eles exigiam que assessores repassassem parte do dinheiro recebido em diárias de viagens oficiais.

Ameaça de perder o cargo

Os servidores também eram obrigados a pagar despesas das viagens do próprio bolso. Quem não cumprisse as ordens corria o risco de perder o cargo comissionado.

A 1ª Câmara Criminal do TJMG analisou os recursos das defesas. Os desembargadores entenderam que havia provas suficientes dos crimes na maior parte dos fatos da denúncia e mantiveram a sentença de 1ª instância, dada em janeiro deste ano.

Provas e penas

A condenação se apoia em depoimentos das vítimas, documentos, comprovantes bancários, notas fiscais e dados tirados de aparelhos eletrônicos. A investigação também apontou que um dos condenados cobrava dos próprios assessores o dinheiro para pagar honorários advocatícios.

Um dos ex-vereadores teve a pena fixada em seis anos de reclusão, em regime inicial semiaberto. O outro foi condenado a nove anos e seis meses de prisão, em regime inicial fechado.

O tribunal manteve ainda a perda dos cargos públicos e a indenização por danos morais coletivos. Segundo o TJMG, a medida considera o prejuízo à moralidade administrativa e à confiança da sociedade nas instituições públicas.

A defesa dos ex-vereadores não havia sido localizada pelo g1 até a publicação da reportagem de origem.

Com informações de g1 Sul de Minas.

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