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Alerta INMET Chuvas Intensas · Perigo Potencial em Poços de Caldas, até hoje às 23h59 Ver detalhes

Riscos: Chuva entre 20 e 30 mm/h ou até 50 mm/dia, ventos intensos (40-60 km/h). Baixo risco de corte de energia elétrica, queda de galhos de árvores, alagamentos e de descargas elétricas.

O que fazer: Em caso de rajadas de vento: (não se abrigue debaixo de árvores, pois há leve risco de queda e descargas elétricas e não estacione veículos próximos a torres de transmissão e placas de propaganda). Evite usar aparelhos eletrônicos ligados à tomada. Obtenha mais informações junto à Defesa Civil (telefone 199) e ao Corpo de Bombeiros (telefone 193).

Todos os alertas para Poços:

  • Chuvas Intensas · Perigo Potencial — até hoje às 23h59
  • Tempestade · Perigo Potencial — de amanhã às 00h00 até amanhã às 23h59
  • Tempestade · Perigo Potencial — de 02/11 às 00h00 até 02/11 às 23h59
  • Tempestade · Perigo Potencial — de 03/11 às 00h00 até 03/11 às 23h59

Fonte: Instituto Nacional de Meteorologia (INMET). Em emergência, ligue 199 (Defesa Civil) ou 193 (Bombeiros).

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Saúde

Alerta em Minas: mais da metade dos casos de câncer de mama é descoberta tarde demais

Hospital referência atendeu 10.947 mulheres em três anos, e especialista diz que o diagnóstico precoce pode elevar a chance de cura a mais de 90%.

Da Redação
Poços de Caldas · 28.out.2026 às 12h22
Alerta em Minas: mais da metade dos casos de câncer de mama é descoberta tarde demais
Imagem ilustrativa · Foto: ForestWander / CC BY-SA 3.0 us (Wikimedia Commons)

O câncer de mama segue como uma das maiores ameaças à saúde da mulher em Minas Gerais, e o alerta vale para quem mora em Poços de Caldas e região. Segundo especialista, o número de diagnósticos feitos em estágio avançado está crescendo.

O Instituto Nacional do Câncer (Inca) estima mais de 8 mil novos casos por ano em Minas entre 2026 e 2028. No Brasil, a projeção passa de 78 mil.

Quase 11 mil mulheres atendidas

Dados do Hospital Alberto Cavalcanti, da Fhemig, mostram que 10.947 mulheres com a doença foram atendidas nos últimos três anos. Quase mil precisaram ser internadas, e cerca de um terço delas tinha menos de 50 anos.

Estudos ligados a esses números indicam que as mortes por câncer de mama vêm crescendo entre mulheres com menos de 50 anos. Em todas as faixas etárias, mais da metade dos diagnósticos aconteceu nos estágios 3 e 4, os mais avançados.

Descobrir cedo muda tudo

A coordenadora do Serviço de Mastologia do hospital, Larissa Aquino, afirma que, quando a doença é descoberta e tratada no início, a chance de cura passa de 90%. Por isso, defende consulta médica regular junto com o autocuidado.

Ela explica a diferença entre os exames. O autoexame costuma achar nódulos com mais de dois centímetros, que já indicam doença mais avançada. A mamografia detecta alterações bem iniciais, muito antes de o autoexame perceber algo.

Um caso atendido no hospital ilustra o impacto. Uma analista administrativa de 35 anos, mãe de uma criança de 8, descobriu um tumor de 9,8 cm. Ela e a mãe têm uma mutação genética que aumenta o risco, apesar de não haver histórico da doença na família. Após 16 sessões de quimioterapia, o tumor caiu para 1,5 cm, e a mama foi preservada, com retirada apenas do mamilo.

O que protege

Segundo a médica, mais de 90% dos casos têm origem espontânea, por acúmulo de defeitos no DNA. O restante é hereditário. Ela cita como fatores de proteção a atividade física, não fumar, não beber, engravidar mais jovem e amamentar.

O Inca já trata o câncer como um dos maiores desafios da saúde pública no país. A campanha Outubro Rosa existe justamente para lembrar a importância do diagnóstico precoce.

Com informações de Agência Minas.

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