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Alerta INMET Tempestade · Perigo Potencial em Poços de Caldas, de amanhã às 00h00 até amanhã às 23h59 Ver detalhes

Riscos: Chuva entre 20 e 30 mm/h ou até 50 mm/dia, ventos intensos (40-60 km/h), e queda de granizo. Baixo risco de corte de energia elétrica, estragos em plantações, queda de galhos de árvores e de alagamentos.

O que fazer: Em caso de rajadas de vento: (não se abrigue debaixo de árvores, pois há leve risco de queda e descargas elétricas e não estacione veículos próximos a torres de transmissão e placas de propaganda). Evite usar aparelhos eletrônicos ligados à tomada. Obtenha mais informações junto à Defesa Civil (telefone 199) e ao Corpo de Bombeiros (telefone 193).

Todos os alertas para Poços:

  • Tempestade · Perigo Potencial — de amanhã às 00h00 até amanhã às 23h59
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Fonte: Instituto Nacional de Meteorologia (INMET). Em emergência, ligue 199 (Defesa Civil) ou 193 (Bombeiros).

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Região

Taxa cobrada de turistas em Monte Verde é suspensa por tempo indeterminado

Cobrança da Taxa de Preservação Ambiental, que começou em julho, foi interrompida em 20 de outubro e não tem data para voltar, diz a prefeitura de Camanducaia.

Da Redação
Poços de Caldas · 31.out.2026 às 10h42
Taxa cobrada de turistas em Monte Verde é suspensa por tempo indeterminado

Quem planeja uma viagem a Monte Verde, distrito de Camanducaia, no Sul de Minas, pode ir sem pagar a Taxa de Preservação Ambiental (TPA). A cobrança está suspensa desde o dia 20 de outubro.

Segundo a prefeitura, a pausa serve para revisar e atualizar a lei municipal que regulamenta a taxa. A suspensão é por prazo indeterminado, e não há data definida para a cobrança voltar.

Taxa durou menos de quatro meses

A TPA começou a ser cobrada em 1º de julho deste ano. Ela valia para os veículos que entravam no distrito, e o valor mudava conforme a categoria. Ia de R$ 4,60 para motos a R$ 73,60 para ônibus.

Cobrança era feita por câmeras

O sistema era eletrônico e automático, sem cancelas e sem parada na entrada. Câmeras com leitura automática de placas (OCR) registravam a placa, o horário de entrada e a categoria do veículo. Com esses dados, a cobrança era gerada em uma plataforma digital.

Para onde iria o dinheiro

Pela regulamentação municipal, tudo o que fosse arrecadado deveria ficar no próprio distrito. A lista de destinos incluía manutenção de áreas verdes e trilhas turísticas, limpeza urbana, gestão de resíduos sólidos, preservação ambiental e melhorias na infraestrutura turística.

A lei previa isenção para moradores de Monte Verde e de Camanducaia, além de moradores de Extrema, Cambuí e Itapeva. Também ficavam livres veículos oficiais, prestadores de serviço cadastrados e veículos emplacados nos municípios isentos.

Consulta de registros, emissão de guias, pedidos de isenção e regularização de pendências eram feitos pela mesma plataforma eletrônica, ligada ao sistema de monitoramento do distrito.

Com informações de g1 Sul de Minas.

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