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Alerta INMET Tempestade · Perigo Potencial em Poços de Caldas, até hoje às 23h59 Ver detalhes

Riscos: Chuva entre 20 e 30 mm/h ou até 50 mm/dia, ventos intensos (40-60 km/h), e queda de granizo. Baixo risco de corte de energia elétrica, estragos em plantações, queda de galhos de árvores e de alagamentos.

O que fazer: Em caso de rajadas de vento: (não se abrigue debaixo de árvores, pois há leve risco de queda e descargas elétricas e não estacione veículos próximos a torres de transmissão e placas de propaganda). Evite usar aparelhos eletrônicos ligados à tomada. Obtenha mais informações junto à Defesa Civil (telefone 199) e ao Corpo de Bombeiros (telefone 193).

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  • Tempestade · Perigo Potencial — até hoje às 23h59
  • Tempestade · Perigo Potencial — de amanhã às 00h00 até amanhã às 23h59
  • Tempestade · Perigo Potencial — de 04/11 às 00h00 até 04/11 às 23h59

Fonte: Instituto Nacional de Meteorologia (INMET). Em emergência, ligue 199 (Defesa Civil) ou 193 (Bombeiros).

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Região

‘Rachadinha’ na Câmara: Justiça mantém condenação de dois ex-vereadores de Baependi

TJMG confirmou a condenação por concussão. Penas chegam a 9 anos e 6 meses de prisão, e os dois perdem os cargos públicos.

Da Redação
Poços de Caldas · 02.nov.2026 às 15h22
‘Rachadinha’ na Câmara: Justiça mantém condenação de dois ex-vereadores de Baependi
Imagem ilustrativa · Foto: Santeri Viinamäki / CC BY-SA 4.0 (Wikimedia Commons)

O Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG) manteve a condenação de dois ex-vereadores de Baependi, no Sul de Minas, por concussão. O caso é o esquema conhecido como “rachadinha”, que atinge o bolso do assessor e a confiança no Legislativo.

O Ministério Público de Minas Gerais (MPMG) informou que os recursos das defesas foram julgados pela 1ª Câmara Criminal do TJMG. Os condenados são Júlio César Junqueira dos Santos e Jefferson Nascimento. A condenação foi mantida pela maior parte dos fatos da denúncia.

Como funcionava o esquema

Segundo a denúncia do MPMG, os então vereadores obrigavam assessores parlamentares a bancar despesas de viagens. Eles também exigiam o repasse de parte das diárias que os assessores recebiam em atividades oficiais.

A pressão vinha com ameaça: quem não pagasse poderia ser exonerado do cargo comissionado. Também ficou comprovada a cobrança de honorários advocatícios em benefício de um dos condenados, pagos com dinheiro dos próprios assessores.

Provas e penas

De acordo com o acórdão, as provas foram suficientes. Entre elas estão depoimentos das vítimas, documentos, comprovantes bancários, notas fiscais e dados extraídos de aparelhos eletrônicos.

Um dos condenados recebeu pena de seis anos de reclusão, em regime inicial semiaberto. O outro pegou nove anos e seis meses, em regime inicial fechado.

O TJMG manteve ainda a perda dos cargos públicos. Os dois também foram condenados a pagar indenização por danos morais coletivos, pelos prejuízos à moralidade administrativa e à confiança da sociedade nas instituições.

Com informações de Onda Poços.

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