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Alerta INMET Tempestade · Perigo Potencial em Poços de Caldas, até hoje às 23h59 Ver detalhes

Riscos: Chuva entre 20 e 30 mm/h ou até 50 mm/dia, ventos intensos (40-60 km/h), e queda de granizo. Baixo risco de corte de energia elétrica, estragos em plantações, queda de galhos de árvores e de alagamentos.

O que fazer: Em caso de rajadas de vento: (não se abrigue debaixo de árvores, pois há leve risco de queda e descargas elétricas e não estacione veículos próximos a torres de transmissão e placas de propaganda). Evite usar aparelhos eletrônicos ligados à tomada. Obtenha mais informações junto à Defesa Civil (telefone 199) e ao Corpo de Bombeiros (telefone 193).

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Fonte: Instituto Nacional de Meteorologia (INMET). Em emergência, ligue 199 (Defesa Civil) ou 193 (Bombeiros).

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Região

Operação ‘Força Oculta’ mira fraudes em contratos de limpeza pública no Sul de Minas

MPMG cumpre 24 mandados em Pouso Alegre, São Gonçalo do Sapucaí, Gonçalves e Varginha. Prejuízo em uma das cidades é estimado em R$ 4 milhões.

Da Redação
Poços de Caldas · 28.out.2026 às 09h22
Operação ‘Força Oculta’ mira fraudes em contratos de limpeza pública no Sul de Minas
Imagem ilustrativa · Foto: Santeri Viinamäki / CC BY-SA 4.0 (Wikimedia Commons)

O Ministério Público de Minas Gerais (MPMG) foi às ruas na manhã desta quarta-feira (28) contra um suposto esquema de corrupção e fraude em contratos de limpeza pública em prefeituras do Sul de Minas. A ação, batizada de ‘Força Oculta’, cumpre 24 mandados em quatro cidades: Pouso Alegre, São Gonçalo do Sapucaí, Gonçalves e Varginha.

Segundo o MPMG, são 20 mandados de busca e apreensão e três de afastamento cautelar de funções públicas. Há ainda um mandado de prisão preventiva, que seguia em cumprimento até o fechamento da divulgação original.

O que os investigadores apuram

A investigação mira uma suposta organização criminosa ligada a corrupção, fraudes em licitações e irregularidades em contratos de limpeza urbana em cidades de Minas e de São Paulo.

De acordo com as apurações, um grupo empresarial do setor teria oferecido vantagens indevidas a agentes públicos municipais. O objetivo seria conseguir benefícios em contratos de coleta de resíduos sólidos, transporte e destinação final em aterros sanitários, além de locação de caminhões.

Prejuízo de R$ 4 milhões

Os investigadores também veem indícios de superfaturamento nos contratos fechados depois das contratações. Só nos contratos analisados em São Gonçalo do Sapucaí, o prejuízo estimado aos cofres públicos, entre dezembro de 2021 e abril de 2026, é de cerca de R$ 4 milhões.

O caso começou a ser apurado em 2023, a partir de uma investigação do Ministério Público de São Paulo. A operação envolve a Procuradoria de Justiça Especializada em Ações de Competência Originária Criminal, a 5ª Promotoria de Justiça de Pouso Alegre, a Coordenadoria Regional de Defesa do Patrimônio Público do Sul de Minas e o Gaeco de Pouso Alegre, com apoio das Polícias Militar e Civil.

O MPMG marcou coletiva de imprensa para as 11h, quando devem sair mais detalhes. Até lá, vale lembrar: os alvos são investigados e, por ora, não há condenação.

Com informações de Terra do Mandu.

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