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Alerta INMET Chuvas Intensas · Perigo Potencial em Poços de Caldas, até hoje às 23h59 Ver detalhes

Riscos: Chuva entre 20 e 30 mm/h ou até 50 mm/dia, ventos intensos (40-60 km/h). Baixo risco de corte de energia elétrica, queda de galhos de árvores, alagamentos e de descargas elétricas.

O que fazer: Em caso de rajadas de vento: (não se abrigue debaixo de árvores, pois há leve risco de queda e descargas elétricas e não estacione veículos próximos a torres de transmissão e placas de propaganda). Evite usar aparelhos eletrônicos ligados à tomada. Obtenha mais informações junto à Defesa Civil (telefone 199) e ao Corpo de Bombeiros (telefone 193).

Todos os alertas para Poços:

  • Chuvas Intensas · Perigo Potencial — até hoje às 23h59
  • Tempestade · Perigo Potencial — de amanhã às 00h00 até amanhã às 23h59
  • Tempestade · Perigo Potencial — de 02/11 às 00h00 até 02/11 às 23h59
  • Tempestade · Perigo Potencial — de 03/11 às 00h00 até 03/11 às 23h59

Fonte: Instituto Nacional de Meteorologia (INMET). Em emergência, ligue 199 (Defesa Civil) ou 193 (Bombeiros).

Sábado, 31 de outubro Agora em Poços: 14,5 °C umidade 98% vento 1 km/h máx. 23° · mín. 14° Estação PU4 AMP · Poços de Caldas · tempo real
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Política

The Economist crava Poços de Caldas como retrato do cansaço do eleitor com o PT

Revista britânica usou Poços de Caldas para explicar por que Lula chega ao 2º turno em desvantagem em Minas Gerais. Os números da cidade ajudam a contar a história.

Da Redação
Poços de Caldas · 25.out.2026 às 10h22
The Economist crava Poços de Caldas como retrato do cansaço do eleitor com o PT
Imagem ilustrativa · Foto: Renato J Muniz / CC BY-SA 4.0 (Wikimedia Commons)

A cidade de Poços de Caldas virou cenário de uma análise internacional sobre o segundo turno da eleição presidencial, que acontece neste domingo (25). A revista britânica The Economist escolheu o município como uma das cenas para explicar por que Lula (PT) chega à reta final atrás na disputa em Minas Gerais.

O texto foi publicado no Brasil pelo Estadão em 22 de outubro. Segundo a reportagem, Minas é um “microcosmo do Brasil”: o norte é árido e encosta no Nordeste, enquanto o sul e o oeste são dominados pelo agronegócio e pela indústria, onde o eleitorado tende à direita.

Poços aparece na revista como a cidade dos banhos termais e dos abundantes depósitos de terras raras, um ativo estratégico com peso geopolítico. O clima que o repórter encontrou por aqui, de acordo com o texto, é de desânimo.

“Até os ovos custam caro”

Um pedreiro de 45 anos, que já votou em Lula, resumiu o sentimento: “Lula disse que daria picanha para todo mundo, mas hoje até os ovos custam caro”. Ele se refere à promessa de campanha de 2022. Agora, diz que vai votar em branco.

A outra fala vem de um barbeiro de 64 anos, num bairro pobre da cidade. Eleitor do PT “desde sempre”, ele afirma que votará em Flávio Bolsonaro (PL) porque está afogado em impostos. “Sei que a família Bolsonaro não é lá essas coisas. Mas ficamos cansados, entende?”, disse.

Os números confirmam

O desgaste não ficou só na conversa de rua. No primeiro turno, Flávio Bolsonaro recebeu 45.922 votos (53,56%) em Poços de Caldas, contra 31.033 (36,2%) de Lula, segundo dados do Tribunal Superior Eleitoral.

A cidade tem 122.866 eleitores aptos. Deles, 32.602 não compareceram às urnas, uma abstenção de 26,53%. É um índice que conversa com o voto em branco citado pelo pedreiro na reportagem.

Com informações de Jornal Mantiqueira.

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